
Como um ovni: “Fui uma mulher que não foi capaz de se matar”. Amália Rodrigues ["The art of Amália", Bruno de Almeida, PT, 1999], um morno enorme miado, a ave nascida diva, a mais estranha fome de vida - a que se vive com o coração -, foi em 1984 para Nova Iorque para morrer, julgando [...]