DOCUMENTÁRIOS - DÉBORA DINIZ BRDebora Diniz é antropóloga já dirigiu seis documentários: Uma História Severina,[2005], co-direção com Eliane Brum; Habeas Corpus [2005], co-direção com Ramon Navarro; À Margem do Corpo [2006]; Quem São Elas? [2006]; Solitário Anônimo [2007] e A Casa dos Mortos [2009]. Já recebeu 36 prêmios nacionais e internacionais..

Realização: Debora Diniz, Eliane Brum
Produtor: Fabiana Paranhos
Argumento: Debora Diniz, Eliane Brum
Direcção de Arte: Ramon Navarro
Montagem: Ramon Navarro
Severina teve seu destino alterado por uma decisão do Supremo Tribunal Federal. Grávida de quatro meses de um feto sem cérebro, ela estava internada no hospital na mesma tarde em que o tribunal cassou a permissão para interromper a gestação. Era 20 de outubro de 2004. Plantadora de brócolis de Chã Grande, em Pernambuco, mulher de Rosivaldo e mãe de Walmir, Severina peregrina por fóruns e maternidades por três meses. Pede que lhe abreviem o sofrimento. O documentário testemunha essa trajetória severina – conta o longo dia seguinte que os ministros não acompanharam.

Realização: Debora Diniz
Produtor: Flávia Squinca
Argumento: Debora Diniz
Direcção de Arte: Ramon Navarro
Montagem: Ramon Navarro
Um idoso deitado na grama à espera da morte. No bolso, um bilhete anunciava ser de terras distantes. Não havia documentos ou posses. Seu desejo era morrer solitário e anônimo. Esse é o início do documentário que conta a impressionante história de um homem obstinado a planejar e controlar sua morte. É um filme sobre a liberdade, a vida e a morte.

Realização: Debora Diniz
Produtor: Fabiana Paranhos
Argumento: Debora Diniz
Direcção de Arte: Ramon Navarro
Montagem: João Neves
Bubu é um poeta com doze internações em manicômios judiciários. Ele desafia o sentido dos hospitais-presídios, instituições híbridas que sentenciam a loucura à prisão perpétua. O poema A Casa dos Mortos foi escrito durante as filmagens do documentário e desvelou as mortes esquecidas dos manicômios judiciários. São três histórias em três atos de morte. Jaime, Antônio e Almerindo são homens anônimos, considerados perigosos para a vida social, cujo castigo será a tragédia do suicídio, o ciclo interminável de internações, ou a sobrevivência em prisão perpétua nas casas dos mortos. Bubu é o narrador de sua própria vida, mas também de seu destino de morte
