SECÇÃO OFICIAL COMPETITIVA DE LONGAS METRAGENS

Disputam o Prémio de Melhor Filme numa competição fortíssima seis longas brasileiras e uma portuguesa.
À excepção de “Wood & Stock – Sexo, Orégano e Rock ‘n’ Roll” de Otto Guerra, que tem a particularidade de ser uma animação, todos os filmes brasileiros são inéditos no nosso país. Este ano marca o regresso a Santa Maria da Feira de alguns cineasta de peso como Teresa Villaverde  - vencedora em 1998 com “Os Mutantes” - e Beto Brant, que em 2002 arrebatou com “O Invasor” o Prémio de Melhor Filme.

Espera-se muito de cineastas em início de carreira como José Eduardo Belmonte (sangue novo em 2003), Otto Guerra, Gustavo Acioli e Karim Ainouz. Apesar de Jorge Duran ter realizado apenas duas longas metragens, já é um cineasta com muita estrada. Isto é, está mais próximo dos consagrados do que dos estreantes.

SECÇÃO OFICIAL DE CURTAS METRAGENS

Composta por 18 filmes a concurso, divididos por cinco sessões competitivas que incluem 11 curtas brasileiras e 7 portuguesas.
Este ano participam cineastas habituais como Miguel Gomes – Melhor Filme em 1999 com “Entretanto” - , Margarida Leitão, Paulo Halm e Kleber Mendonça Filho – Melhor Filme no ano transacto com “Eletrodoméstiica”, a par de novos cineastas como André Francioli, Fellipe Gamarano Barbosa, Esmir Filho e João Nicolau.

Destaque para a estreia mundial do filme “Aranhas Tropicais” de André Francioli, um espantoso midnight movie que vai dar que falar.

SOMOS TODOS FILHOS DA TERRA

Uma secção que é em simultâneo um laboratório de descoberta e experimentação.
Aberta a filmes nos suportes extra 35mm, esta secção criada com o intuito de contribuir para a democratização do cinema, assumiu carácter competitivo, de modo a proporcionar o lançamento de novos cineastas.
Comporta sete trabalhos a concurso, sendo eleito apenas um filme por um júri próprio.
Destaque para o filme “Sniper # 1” de Paulo Abreu (cineasta português revelado na edição de 2004), que vai estrear mundialmente em Santa Maria da Feira.