HOMENAGEM PÓSTUMA A GLAUBER ROCHA NOS 25 ANOS DA SUA MORTE
Uma homenagem póstuma ao maior génio do cinema brasileiro. Glauber Rocha, não foi apenas um cineasta, foi um homem (do mundo) político-social-cultural. Intervencionista a todos os níveis, querendo transformar o Brasil  e unir a América Latina através da (sua) arte – o cinema - para edificar um país plural e justo.
Do seu legado ficou o melhor cinema brasileiro de sempre.

Esta homenagem reflecte a genialidade de Glauber, através da exibição de “Di – Glauber”, documentário de ruptura (como designou Amir Labaki) proibido no Brasil pelas autoridades judiciais e os afectos e influências, através da exibição de “De Glauber Para Jirges” de André Ristum - filme montado por Erik Rocha (filho de Glauber) - e “Dramática” de Ava Gaitán Rocha (filha de Glauber).
 
DI-GLAUBER
realizador_Glauber Rocha
BR_1977_Doc_16 mm_Cor_18'
 
 
Glauber Rocha faz uma homenagem ao artista plástico Di Cavalcanti. Além de falar sobre o amigo morto, o cineasta, fala de arte e política, por cima de uma colagem de imagens.

actores_Glauber Rocha, Joel Barcelos, Marina Montini, António Pitanga produtor_Embra Filmes e Ricardo Moreira fotografia_ Mário Carneiro e Nonato Estrela montagem_ Roberto Pires

rochapaloma@terra.com.br

  DRAMÁTICA  
realizador_Ava Gaitán Rocha
BR_2005_Doc_35mm_Cor_19'
 
 
Inspirado no poema "Hierarquia", de Pier Paolo Pasolini, o filme traça um paralelo poético com os anos 70.
actores_Simone Spoladore, Cristiano Lima e Godofredo Quincas produtor_Serpente Filmes e Malba argumento_ Ava Gaitán Rocha música_Aurélio Dias, Eryk Rocha e Ava Gaitán Rocha fotografia_ Pedro Urano montagem_ Erik Rocha

avapatryayndiayracema@hotmail.com

 

  DE GLAUBER PARA JIRGES  
realizador_André Ristum
BR_2005_Exp_35mm_Cor_18'
 
 
Através de trechos das cartas enviadas por Glauber Rocha ao seu amigo e colaborador Jirges Ristum, na metade dos efervescentes anos 70, descobrimos um pouco da relação de Glauber com a Itália e com o cinema, bem como a sua perspectiva sobre condições sócio-político-culturais Brasileiras naquela época. O filme também traz um pouco da intimidade de Glauber contida nas cartas ao amigo, que é reconstituída mediante escritos, filmes Super 8 antigos e poesias. Uma homenagem do diretor a Glauber Rocha e seu pai Jirges, ambos falecidos nos primeiros anos da década de oitenta. Um retrato intenso do Brasil de trinta anos atrás e de hoje em dia.
actores_Milhem Cortaz e Nicoli Siri produtor_Caio Gullane, Fabiano Gullane e LG Tubaldini Jr argumento_ André Ristum música_Marcos Levy fotografia_ Toca Seabra e Vladan Radovic som_ Ricardo Reis montagem_ Erik Rocha
tuba@upacinema.com.br